A "pokéfebre" afetou diversos norte-americanos após o lançamento de "Pokémon Black" e "White". De acordo com um levantamento feito pela Nintendo, as vendas combinadas dos dois jogos ultrapassou a marca de 1 milhão de unidades vendidas no primeiro dia de comercialização na terra do Tio Sam.
"Fãs de longa data são atraídos pelos novos pokémons, sistema de batalha e uma nova região para explorar, enquanto novatos podem entrar nesse universo e ter bons momentos de diversão. Além disso, estes números ajudam a compreender a força do Nintendo DS, que tem uma base instalada de mais de 47 milhões de jogadores", explicou Charlie Scibetta, diretor sênior de comunicação coorporativa da divisão americana da Nintendo.
Com a marca alcançada, "Pokémon Black" e "White" se tornam os jogos da série mais vendidos em um dia, superando o recorde anterior pertencente a "Pokémon Diamond" e "Pearl", que foi de mais de 780 mil unidades nas primeiras 24 horas.
"Pokémon Black" e "White" apresentam cidades inéditas na região de Unova, com diversos níveis mais elevados, o que sugere um local com ares futuristas. Há um novo edifício que concentra todas as funcionalidades do mercado PokéMart, o Centro Pokémon (onde você cura seus bichinhos) e o Terminal Global, para batalha online.
O visual recebeu algumas melhorias durante as batalhas. Há um sistema de câmera dinâmica, em que a visão pode mudar de acordo com o golpe que determinado pokémon utilizar. Os monstrinhos, contudo, ainda são desenhados em gráficos 2D, mas com animações inéditas.
Exclusivos para Nintendo DS, "Pokémon Black" e "White" chegaram às lojas norte-americanas em 6 de março.
Fonte - uol
quinta-feira, 10 de março de 2011
Brasil é próxima região a aparecer em Mafia Wars.

Depois de passar por aguns países como a russia o merfia wars está no Brasil em redes sociais como o face buck.
O jogo consiste em cada região ter tarefas a serem compridas e lutas contra outros jogadores e conseguir propriedades.
Um dos bens que o jogador pode ter, pelo que permite deduzir a prévia da nova área, é um heliporto clandestino dentro de uma floresta.
Demo de "Gears of War 3" estará no Troféu Gameworld
Gears of War 3", um dos games mais aguardados do Xbox 360 para 2011, será uma das atrações do Troféu Gameworld, evento que acontece em São Paulo de 11 a 13 de março.
Aproveitando o evento, Microsof Brasil vai anunciar oficialmente que vai trazer para mercado nacional as versões Starndard, que traz apenas o game, a Limited e a Epic que possuem diversos itens para colecionadores e entusiastas da série. Todas elas legendadas e localizadas para o português do Brasil.
O objetivo da Microsoft é trazer o jogo no mesmo dia do lançamento mundial, entretanto ainda não há garantias de que o jogo estará nas lojas brasileiras no dia 20 de setembro.
A série "Gears of War" foi aclamada pela crítica e mostra uma história focada no Esquadrão Delta, um grupo de soldados que recebe a missão de salvar o planeta Sera do exército de Locusts, criaturas horrendas que vêm do subterrâneo.
Revelado em meado de abril, "Gears of War 3" fecha a trilogia que narra o conflito dos humanos, representados pela trupe de Marcus Fenix, contra os Locusts.
Fonte - uol
Aproveitando o evento, Microsof Brasil vai anunciar oficialmente que vai trazer para mercado nacional as versões Starndard, que traz apenas o game, a Limited e a Epic que possuem diversos itens para colecionadores e entusiastas da série. Todas elas legendadas e localizadas para o português do Brasil.
O objetivo da Microsoft é trazer o jogo no mesmo dia do lançamento mundial, entretanto ainda não há garantias de que o jogo estará nas lojas brasileiras no dia 20 de setembro.
A série "Gears of War" foi aclamada pela crítica e mostra uma história focada no Esquadrão Delta, um grupo de soldados que recebe a missão de salvar o planeta Sera do exército de Locusts, criaturas horrendas que vêm do subterrâneo.
Revelado em meado de abril, "Gears of War 3" fecha a trilogia que narra o conflito dos humanos, representados pela trupe de Marcus Fenix, contra os Locusts.
Fonte - uol
quarta-feira, 9 de março de 2011
Naruto Shippuden: Dragon Blade Chronicles
O novo episódio da série "Naruto Shippuden" traz algumas mudanças em sua estrutura, procurando retratar as aventuras baseadas na popular animação nipônica com enfoque em sua história, deixando de lado os combates frenéticos, bem característicos da franquia.
O mundo está em perigo, e apenas o poder do legendário Dragon Blade e os raros orbs elementais podem salvá-lo. Assim, o jogador deve controlar o ninja loiro Naruto ou ainda o personagem Sasuke, salvando seus amigos e enfrentando o grupo Elemental Dragons chamados de Genryu, enquanto fortalece sua Dragon Blade, adquire novas habilidades e mágicas.
O título possui bastante ação, com elementos de jogos de plataforma 3D e lutas contra chefes. Há vários vídeos animados que ajudam a contar a história, porém aqueles não familiarizados com o universo de Naruto, podem ficar perdidos nas referências, já que o jogo não se preocupa em dar explicações mais detalhadas, presumindo que os jogadores já possuem essas informações.
O jogo é ideal para para os fãs de longa data do universo de Naruto, mas os jogadores que procuram por um jogo de luta mais complexo baseado no desenho animado, talvez tenham mais sorte em um dos outros títulos anteriores.
Fonte - UOL
O mundo está em perigo, e apenas o poder do legendário Dragon Blade e os raros orbs elementais podem salvá-lo. Assim, o jogador deve controlar o ninja loiro Naruto ou ainda o personagem Sasuke, salvando seus amigos e enfrentando o grupo Elemental Dragons chamados de Genryu, enquanto fortalece sua Dragon Blade, adquire novas habilidades e mágicas.
O título possui bastante ação, com elementos de jogos de plataforma 3D e lutas contra chefes. Há vários vídeos animados que ajudam a contar a história, porém aqueles não familiarizados com o universo de Naruto, podem ficar perdidos nas referências, já que o jogo não se preocupa em dar explicações mais detalhadas, presumindo que os jogadores já possuem essas informações.
O jogo é ideal para para os fãs de longa data do universo de Naruto, mas os jogadores que procuram por um jogo de luta mais complexo baseado no desenho animado, talvez tenham mais sorte em um dos outros títulos anteriores.
Fonte - UOL
Mario Sports Mix
Após os lançamentos da franquia de jogos olímpicos entre Mario e Sonic, "Mario Sports Mix" é o segundo game da turma do encanador a unir mais de uma modalidade em um único jogo de Wii. Desta vez, porém, Mario compete com personagens clássicos da série "Final Fantasy" e "Dragon Quest", resultado da inusitada parceria entre Square Enix e Nintendo, algo que não se repetia desde 2006 com o jogo de basquete "Mario Hoops 3-on-3", para Nintendo DS.
A união entre as duas empresas trouxe basquete, queimada, hóquei e vôlei para o Reino dos Cogumelos, todos representando os quatro poderes presentes nos primeiros jogos de "Final Fantasy", simbologia esta que aparece logo no início do jogo, quando alguns Toads encontram quatro cristais, típicos das séries da Square Enix, contendo objetos dos esportes em questão.
O resultado do encontro dessas duas fantasias completamente distintas originou um jogo que copia as características dos outros títulos esportivos do Mario, com competições que apenas divertem quando jogadas em grupo. O modo online, no entanto, promete melhorar a interação entre usuários que não conseguem juntar suas turmas em torno de um único console.
Jogar em grupo é essencial
Dos quatro esportes, apenas o basquete não é novidade para a turma do Mario, o que torna "Mario Sports Mix" uma experiência nova e divertida. Queimada é talvez a modalidade mais atraente, visto que há raros games do tipo e praticamente todo mundo já brincou disso alguma vez em sua infância. Vôlei é o mais técnico e difícil de aprender, com movimentos variados e pouco mais complexos que os demais, enquanto o hóquei adiciona velocidade ao game.
É possível jogar de quatro modos diferentes: exibição (exhibition), ótimo para aprender a jogar e desafiar os amigos; torneio (tournament), com desafios extras e limite de três jogadores; festa (party), uma maneira divertida e diferente de jogar as quatro modalidades; e online, utilizando o Nintendo Wi-Fi Connection para competir com pessoas de qualquer parte do mundo.
É importante notar que todos os modos permitem a entrada de mais de um jogador, tanto para brincar à favor quanto contra. Essa já é a mensagem de que "Mario Sports Mix" está focado no multiplayer. Jogar sozinho pode ser divertido apenas online, já que os outros tipos de jogos são repetitivos e enjoativos, reduzindo notavelmente a vida útil do game.
Considerando a brincadeira com mais de uma pessoa, "Mario Sports Mix" é uma coletânea de jogos recheados de diversão, com controles simples e fáceis de aprender, utilizando-se o Wii Remote com ou sem o Nunchuck. No início de cada partida, o game dá instruções de como jogar e, de acordo com o nível de dificuldade de cada modo, ainda explica como executar os movimentos mais avançados, como o uso de itens e habilidades para enganar e driblar o adversário.
Entre os outros aspectos, a trilha sonora produzida pela Square Enix com supervisão de Koji Kondo - criador das famosas músicas de Super Mario Bros. - impressiona pela sua simplicidade, misturando elementos clássicos das franquias do encanador com efeitos de guitarra e música eletrônica. No entanto, é uma pena que as vozes dos personagens foram mal trabalhadas, com repetições que podem até irritar o jogador.
Comparando com os outros jogos de Wii, "Mario Sports Mix" possui gráficos regulares e coloridos, com muito serrilhado no contorno dos personagens e objetos. É claro que não há como exigir mais da potência gráfica do Wii, mas faltou capricho na conclusão desse aspecto.
O modo online
Desafiar pessoas de todo o mundo nunca foi tarefa fácil para os usuários do Wii - a Nintendo Wi-Fi Connection nunca foi brilhante e não é agora que isso muda. O nível de conexão em "Mario Sports Mix" varia de uma até quatro estrelas, do pior para o melhor sinal de internet entre os jogadores. E ainda é possível escolher oponentes com melhor conexão do que outros, reduzindo consideravelmente as chances das partidas sofrerem algum tipo de atraso na resposta dos controles. Comparativamente, os efeitos de lag enfrentados nesse título assemelham-se aos de "Mario Strikers: Charged", como perda de contato com os personagens e redução da velocidade das partidas.
Os polêmicos Friend Codes de doze números estão presentes também nesse game, sendo a única maneira de desafiar os seus amigos em partidas online. É possível escolher ainda pessoas de acordo com alguma modalidade ou ativar o modo aleatório para melhorar a pesquisa de jogadores.
A cada partida vencida, o usuário recebe pontos e melhora a sua posição no ranking do game. O interessante é que cada modalidade possui sua respectiva escala de classificação, havendo ainda uma média geral que calcula o desempenho do jogador em todos os esportes.
Fonte - uol
A união entre as duas empresas trouxe basquete, queimada, hóquei e vôlei para o Reino dos Cogumelos, todos representando os quatro poderes presentes nos primeiros jogos de "Final Fantasy", simbologia esta que aparece logo no início do jogo, quando alguns Toads encontram quatro cristais, típicos das séries da Square Enix, contendo objetos dos esportes em questão.
O resultado do encontro dessas duas fantasias completamente distintas originou um jogo que copia as características dos outros títulos esportivos do Mario, com competições que apenas divertem quando jogadas em grupo. O modo online, no entanto, promete melhorar a interação entre usuários que não conseguem juntar suas turmas em torno de um único console.
Jogar em grupo é essencial
Dos quatro esportes, apenas o basquete não é novidade para a turma do Mario, o que torna "Mario Sports Mix" uma experiência nova e divertida. Queimada é talvez a modalidade mais atraente, visto que há raros games do tipo e praticamente todo mundo já brincou disso alguma vez em sua infância. Vôlei é o mais técnico e difícil de aprender, com movimentos variados e pouco mais complexos que os demais, enquanto o hóquei adiciona velocidade ao game.
É possível jogar de quatro modos diferentes: exibição (exhibition), ótimo para aprender a jogar e desafiar os amigos; torneio (tournament), com desafios extras e limite de três jogadores; festa (party), uma maneira divertida e diferente de jogar as quatro modalidades; e online, utilizando o Nintendo Wi-Fi Connection para competir com pessoas de qualquer parte do mundo.
É importante notar que todos os modos permitem a entrada de mais de um jogador, tanto para brincar à favor quanto contra. Essa já é a mensagem de que "Mario Sports Mix" está focado no multiplayer. Jogar sozinho pode ser divertido apenas online, já que os outros tipos de jogos são repetitivos e enjoativos, reduzindo notavelmente a vida útil do game.
Considerando a brincadeira com mais de uma pessoa, "Mario Sports Mix" é uma coletânea de jogos recheados de diversão, com controles simples e fáceis de aprender, utilizando-se o Wii Remote com ou sem o Nunchuck. No início de cada partida, o game dá instruções de como jogar e, de acordo com o nível de dificuldade de cada modo, ainda explica como executar os movimentos mais avançados, como o uso de itens e habilidades para enganar e driblar o adversário.
Entre os outros aspectos, a trilha sonora produzida pela Square Enix com supervisão de Koji Kondo - criador das famosas músicas de Super Mario Bros. - impressiona pela sua simplicidade, misturando elementos clássicos das franquias do encanador com efeitos de guitarra e música eletrônica. No entanto, é uma pena que as vozes dos personagens foram mal trabalhadas, com repetições que podem até irritar o jogador.
Comparando com os outros jogos de Wii, "Mario Sports Mix" possui gráficos regulares e coloridos, com muito serrilhado no contorno dos personagens e objetos. É claro que não há como exigir mais da potência gráfica do Wii, mas faltou capricho na conclusão desse aspecto.
O modo online
Desafiar pessoas de todo o mundo nunca foi tarefa fácil para os usuários do Wii - a Nintendo Wi-Fi Connection nunca foi brilhante e não é agora que isso muda. O nível de conexão em "Mario Sports Mix" varia de uma até quatro estrelas, do pior para o melhor sinal de internet entre os jogadores. E ainda é possível escolher oponentes com melhor conexão do que outros, reduzindo consideravelmente as chances das partidas sofrerem algum tipo de atraso na resposta dos controles. Comparativamente, os efeitos de lag enfrentados nesse título assemelham-se aos de "Mario Strikers: Charged", como perda de contato com os personagens e redução da velocidade das partidas.
Os polêmicos Friend Codes de doze números estão presentes também nesse game, sendo a única maneira de desafiar os seus amigos em partidas online. É possível escolher ainda pessoas de acordo com alguma modalidade ou ativar o modo aleatório para melhorar a pesquisa de jogadores.
A cada partida vencida, o usuário recebe pontos e melhora a sua posição no ranking do game. O interessante é que cada modalidade possui sua respectiva escala de classificação, havendo ainda uma média geral que calcula o desempenho do jogador em todos os esportes.
Fonte - uol
Marvel vs Capcom 3: Fate of Two Worlds
O mundo dos jogos de luta estava meio morto, até que a Capcom resolveu trazer de volta o maior ícone do gênero ao produzir "Street Fighter IV". Com a chegada de "Tatsunoko Vs. Capcom" não demorou muito para que os fãs da empresa pedissem pela volta de "Marvel Vs. Capcom" em foruns, blogs e redes sociais.
O clamor do povo foi ouvido e agora o embate das duas empresas marca seu retorno de forma primorosa e quase livre de problemas.
Para a vitória
A lista de lutadores é portentosa. Do lado da Capcom os clássicos Ryu, Akuma e Chun-li se reúnem com Amaterasu, Viewtiful Joe, Dante, Trish, Artur, C. Viper, Chris Redfield entre outros que formam um time praticamente de novos rostos. Já do lado da Marvel, é possível ver muitos retornos como a Tempestade, Hulk, Homem-Aranha e Dr. Destino, mas também há novidades, como a Fênix, Mulher-Hulk e X-23.
No total são 36 personagens que entram na pancadaria. Se comparado com o segundo jogo da série, "Marvel Vs. Capcom 2", são 20 personagens a menos, porém isso não é um problema, pois mesmo assim o número é bastante generoso e consegue abranger todos os tipos de jogador, desde aqueles que apenas usam magias, até os que gostam de jogar com personagens de arremessos ou combinações de botão.
Os combatentes possuem personalidade e características próprias, como as piadinhas de Deadpool ao inusitado uso de magias de Amaterasu. A variedade de golpes também é vasta e possui os mais diversos usos, como o braço biônico de Nathan Spencer que agarra os lutadores do outro lado da tela aos arroubos de ataques de raios do Sentinela ou as diversas armas usadas por Dante vindas diretamente de "Devil May Cry".
O combate fica restrito ao modo de três contra três consolidados em "Marvel VS. Capcom 2", não existem variações de modos de jogo, como combates em duplas ou solo. Porém isso também não é um ponto negativo, pois o objetivo é unir um trio e fazer com que eles saiam distribuindo pancadas e sopapos uns nos outros.
O estilo do game está mais para o recente "Tatsunoko VS. Capcom" do que o game anterior da série "versus". São quatro botões de ataque: fraco, médio, forte e o especial. Os três primeiros podem ser usados tanto para fazer combinações, quanto para acionar movimentos especiais, como magias e outros golpes. Já o botão especial permite levantar o adversário ao ar para fazer combos aéreos. Uma das boas novidades é que agora é possível trocar de lutador no meio de uma combinação aérea.
O interessante é que este novo esquema de botões agrada não só os veteranos dos jogos de luta, mas também é uma mão na roda para aqueles que não conhecem a série, sendo que o aprendizado é bem rápido. Sem falar que existe o modo simples, no qual não é necessário sequer saber fazer um comando especial. Além disso, o game possui um simpático modo chamado Missions, que vai ensinando o básico para os jogadores, como dar um golpe e como usá-los em combinação com outros ataques.
Outra característica bastante marcante fica por conta dos golpes especiais, exagerados ao máximo, como a rajada de raios que sai das mãos de Ryu ao canhão de prótons de Homem de Ferro - todos são um espetáculo à parte. O mais interessante é que os personagens podem unir seus ataques criando uma onda de destruição divertida e empolgante.
O combate online é bem programado e é possível jogar praticamente sem atrasos. Claro que tudo depende da conexão dos dois participantes, mas no geral, com acesso de 1 mbps é possível passar horas e mais horas disputando com um amigo do outro lado do país como se ele estivesse bem ao lado, usando um segundo controle.
No final das contas o que importa é que todos podem se divertir, seja um fã das histórias em quadrinhos que nunca pegou um controle de videogame na mão, seja o viciado em "Street Fighter" que passou a infância no fliperama do bairro.
Guerra Civil
Mesmo sendo bastante divertido e empolgante, existem pontos em "Marvel Vs. Capcom 3" que desapontam até o jogador mais entusiasta. Um dos pontos negativos fica para o modo online que não transmite as lutas para quem fica na fila de espera. O mais estranho é que isso não é uma tecnologia nova e foi desenvolvida pela própria Capcom em "Super Street Fighter IV".
Dessa forma, quem está na fila fica assistindo uma animação tosca dos cartões de estatísticas se batendo. Isso desestimula a participar de uma sala com mais duas pessoas - e se torna insuportável ficar no fim de uma fila de seis pessoas esperando por sua vez.
Além disso, existem alguns personagens desequilibrados, seja pelo poder de ataque de seus golpes, seja pelos danos recebidos ou mesmo pela velocidade incompatível com seu porte. Isso pode irritar quem leva o jogo mais a sério e espera por uma partida justa.
Claro que todos esses problemas podem ser contornados pelos jogadores, seja reduzindo o número de usuários das salas ou até criando regras próprias. Entretanto era de se esperar da Capcom um apuro melhor nesses pontos, afinal, é sabido que a empresa já fez melhor no passado.
Fonte - Uol
O clamor do povo foi ouvido e agora o embate das duas empresas marca seu retorno de forma primorosa e quase livre de problemas.
Para a vitória
A lista de lutadores é portentosa. Do lado da Capcom os clássicos Ryu, Akuma e Chun-li se reúnem com Amaterasu, Viewtiful Joe, Dante, Trish, Artur, C. Viper, Chris Redfield entre outros que formam um time praticamente de novos rostos. Já do lado da Marvel, é possível ver muitos retornos como a Tempestade, Hulk, Homem-Aranha e Dr. Destino, mas também há novidades, como a Fênix, Mulher-Hulk e X-23.
No total são 36 personagens que entram na pancadaria. Se comparado com o segundo jogo da série, "Marvel Vs. Capcom 2", são 20 personagens a menos, porém isso não é um problema, pois mesmo assim o número é bastante generoso e consegue abranger todos os tipos de jogador, desde aqueles que apenas usam magias, até os que gostam de jogar com personagens de arremessos ou combinações de botão.
Os combatentes possuem personalidade e características próprias, como as piadinhas de Deadpool ao inusitado uso de magias de Amaterasu. A variedade de golpes também é vasta e possui os mais diversos usos, como o braço biônico de Nathan Spencer que agarra os lutadores do outro lado da tela aos arroubos de ataques de raios do Sentinela ou as diversas armas usadas por Dante vindas diretamente de "Devil May Cry".
O combate fica restrito ao modo de três contra três consolidados em "Marvel VS. Capcom 2", não existem variações de modos de jogo, como combates em duplas ou solo. Porém isso também não é um ponto negativo, pois o objetivo é unir um trio e fazer com que eles saiam distribuindo pancadas e sopapos uns nos outros.
O estilo do game está mais para o recente "Tatsunoko VS. Capcom" do que o game anterior da série "versus". São quatro botões de ataque: fraco, médio, forte e o especial. Os três primeiros podem ser usados tanto para fazer combinações, quanto para acionar movimentos especiais, como magias e outros golpes. Já o botão especial permite levantar o adversário ao ar para fazer combos aéreos. Uma das boas novidades é que agora é possível trocar de lutador no meio de uma combinação aérea.
O interessante é que este novo esquema de botões agrada não só os veteranos dos jogos de luta, mas também é uma mão na roda para aqueles que não conhecem a série, sendo que o aprendizado é bem rápido. Sem falar que existe o modo simples, no qual não é necessário sequer saber fazer um comando especial. Além disso, o game possui um simpático modo chamado Missions, que vai ensinando o básico para os jogadores, como dar um golpe e como usá-los em combinação com outros ataques.
Outra característica bastante marcante fica por conta dos golpes especiais, exagerados ao máximo, como a rajada de raios que sai das mãos de Ryu ao canhão de prótons de Homem de Ferro - todos são um espetáculo à parte. O mais interessante é que os personagens podem unir seus ataques criando uma onda de destruição divertida e empolgante.
O combate online é bem programado e é possível jogar praticamente sem atrasos. Claro que tudo depende da conexão dos dois participantes, mas no geral, com acesso de 1 mbps é possível passar horas e mais horas disputando com um amigo do outro lado do país como se ele estivesse bem ao lado, usando um segundo controle.
No final das contas o que importa é que todos podem se divertir, seja um fã das histórias em quadrinhos que nunca pegou um controle de videogame na mão, seja o viciado em "Street Fighter" que passou a infância no fliperama do bairro.
Guerra Civil
Mesmo sendo bastante divertido e empolgante, existem pontos em "Marvel Vs. Capcom 3" que desapontam até o jogador mais entusiasta. Um dos pontos negativos fica para o modo online que não transmite as lutas para quem fica na fila de espera. O mais estranho é que isso não é uma tecnologia nova e foi desenvolvida pela própria Capcom em "Super Street Fighter IV".
Dessa forma, quem está na fila fica assistindo uma animação tosca dos cartões de estatísticas se batendo. Isso desestimula a participar de uma sala com mais duas pessoas - e se torna insuportável ficar no fim de uma fila de seis pessoas esperando por sua vez.
Além disso, existem alguns personagens desequilibrados, seja pelo poder de ataque de seus golpes, seja pelos danos recebidos ou mesmo pela velocidade incompatível com seu porte. Isso pode irritar quem leva o jogo mais a sério e espera por uma partida justa.
Claro que todos esses problemas podem ser contornados pelos jogadores, seja reduzindo o número de usuários das salas ou até criando regras próprias. Entretanto era de se esperar da Capcom um apuro melhor nesses pontos, afinal, é sabido que a empresa já fez melhor no passado.
Fonte - Uol
Multiplayer entre plataformas diferentes ao mesmo tempo vira realidade

Image se pudessemos nos enteregir com outras pessoas nos jogos de PS3 por exemplo, é pois isso já virou realidade pela Trendy Entertainment utilizando a engine Unreal Engine 3 no game Dungeon Defenders. A empresa anunciou na última quarta-feira (2) que conseguiu realizar uma partida multiplayer do título utilizando um PlayStation 3, PC, iOS e Android ao mesmo tempo.
O feito foi exibido in loco com uma versão demo do jogo durante a Game Developers Conference 2011, na Califórnia, Estados Unidos, na semana passada. A experiência foi conseguida utilizando ferramentas online da GameSpy, sugerindo que sua utilização pode tornar comum o desenvolvimento de games comunicáveis entre diferente plataformas.
“Estamos realizando coisas que sonhávamos em fazer há anos”, disse Jeremy Stieglitz, co-fundador da Trendy Entertainment. O executivo garante que a indústria está a caminho da “interconectividade agnóstica de plataforma” para recursos multiplayer e acesso a conteúdo dentro do game, como fotos, música e outras mídias.
O jogo Dungeon Defenders, utilizado na experiência, foi lançado no começo do ano para o iOS (ou seja, aparelhos que utilizam o sistema operacional mobile da Apple: iPhone, iPod touch e iPad) e é o segundo a utilizar a Unreal Engine 3, após o sucesso do Infinity Blade.
É também o único a utilizar o motor gráfico da Epic Games no sistema operacional Android atualmente, além de chegar na versão Second Wave com exclusividade para o Sony Ericsson Xperia Play. O título ainda será certeza na próxima geração de consoles portátil da Sony, o NGP, também conhecido informalmente como PSP2, além de ganhar versões para PC, Xbox 360 e PlayStation 3 ainda em 2011.
A possibilidade de multiplayer online por meio de diferentes plataformas mostra o quanto os aparelhos portáteis vão ganhando importância no mercado de games. E com dispositivos cada vez mais potentes capazes de utilizar engines poderosas, a tendência é a de uma homogeneização de consoles cada vez maior. Será que ainda teremos muitos nintendistas, sonystas e caixistas?
Fontes - techtudo
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